Tokenização Imobiliária: Estruturação Jurídica e Desafios Da Web3 (2026)


JUSPODIVM PROFISSIONAL

99,90

Pré venda
17/06/2026


POR QUE ESCOLHER O LIVRO “TOKENIZAÇÃO IMOBILIÁRIA: ESTRUTURAÇÃO JURÍDICA E DESAFIOS DA WEB3”? A tokenização de imóveis deve ser entendida como o processo que associa imóveis, ou melhor, direitos imobiliários e respectivos fluxos econômicos, a representações digitais negociáveis em redes distribuídas. O token está para a cártula creditícia, assim como o imóvel está para o crédito representado na cártula. Entretanto, os títulos de crédito são negociados com a transferência da cártula. Os tokens são transferidos em meio digital. Após dois anos de aprofundada pesquisa e inúmeros diálogos acadêmicos, o autor conseguiu apresentar ao leitor o fruto de sua análise rigorosa e estruturada desse fenômeno, com confronto da realidade prática, da dogmática registral e das possibilidades normativas. Trata-se de leitura indispensável aos operadores do direito, aos gestores públicos, reguladores, desenvolvedores de mercado e acadêmicos que buscam compreender não apenas os potenciais benefícios da inovação (liquidez, democratização de investimentos, rastreabilidade), mas, sobretudo, seus riscos jurídicos e institucionais. A obra, com invulgar mérito, apresenta-nos as condições necessárias para integrar a tecnologia ao sistema registral sem sacrificar a segurança jurídica. A tokenização imobiliária emergiu como objeto de experimentação e iniciativas privadas, tanto no Brasil quanto no exterior. O avanço contrasta com lacunas e incertezas ainda presentes no sistema legal pátrio, o que é em particular indicativo de preocupações teóricas e práticas. Ao tratar do valor probatório das cadeias distribuídas, da distinção entre efeitos obrigacionais e efeitos reais, da unicidade matricial, da interoperabilidade tecnológica e dos requisitos de governança, o texto aborda problemas imediatos: decisões estaduais conflitantes sobre registros, iniciativas setoriais (resoluções e whitepapers), projetos legislativos e movimentações de autoridades regulatórias como CNJ, CVM e Banco Central. Não se trata, portanto, de uma opção entre tecnologia e tradição, mas entre regulação responsável e práticas informais que podem gerar insegurança. Por isso, o autor nos traz propostas concretas de diretrizes para atuação normativa do CNJ, fator que confere ao estudo não só caráter diagnóstico, mas também normativo e implementável. Tem-se aporte raro e necessário diante da velocidade da inovação. Dessa forma, o leitor encontrará neste livro um equilíbrio raro entre teoria, técnica e proposta normativa, com análise dogmática sobre o direito das coisas, avaliação tecnológica sobre blockchains/DLT e uma proposta institucional concreta. Trata-se, portanto, de contribuição relevante para o debate público e para a formulação de políticas que permitam a inovação responsável. Atalá Correia Juiz de Direito no Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios
Ao navegar no nosso site você declara estar de acordo com nossa Política de Privacidade