Minha fuga

GROULT, BENOITE
RECORD

64,90

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Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4 /* Style Definitions */ table.MsoNormalTable {mso-style-name:"Tabela normal"; mso-tstyle-rowband-size:0; mso-tstyle-colband-size:0; mso-style-noshow:yes; mso-style-parent:""; mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; mso-para-margin:0cm; mso-para-margin-bottom:.0001pt; mso-pagination:widow-orphan; font-size:10.0pt; font-family:"Times New Roman"; mso-ansi-language:#0400; mso-fareast-language:#0400; mso-bidi-language:#0400;} A força de Benoîte Groult está em seu olhar sobre as coisas: sincero, sem concessão e, ao mesmo tempo, delicado e alegre. Eterna voz do feminismo francês e uma das mais importantes ativistas pelos direitos da mulher, Groult reconstrói em Minha fuga sua trajetória, a busca incansável pela liberdade. Nesta autobiografia alerta, irônica e honesta, reflexo desta mulher irreverente, Groult não poupa nada: a relação com os pais, a irmã, os amantes, os maridos, os abortos. E, sobretudo, seu tortuoso caminho desde a França ocupada, o fim do nazismo, a esperança na paz, até sua liberação como mulher. Com o seu estilo fluido, agradável, às vezes melancólico, outras ferino, Benoîte Groult faz-nos compartilhar as conclusões de suas reflexões feministas, suas experiências. Ao descortinar os momentos significativos de sua história, retoma, mais de uma década depois, o Histoire d’une évasion, sucesso de público e crítica. Dessa vez para esclarecer as regiões deixadas na sombra — voluntariamente como ela própria admite. A franqueza e a despreocupação amplificadas pela idade e pela certeza de que qualquer vida é uma forma de fuga. De que a cada momento, devemos cortar laços, quebrar o silêncio, gritar, quebrar hábitos: nos evadir. Filha da modista Nicole Poiret e de André Goult, formado em ciências naturais e fabricante de móveis, Benoîte fala sem pudores de seus homens e seus casamentos. Primeiro com Pierre Heuyer, primeiro amor, morto pela tuberculose; depois com Georges de Caunes, repórter sedutor e de quem fez inúmeros abortos; e Paul Guimard, companheiro até a maturidade, par no corpo e no intelecto. Disseca, principalmente, seus combates. Primeiro em busca de si mesma, contra a força da figura materna, a placidez da paterna e, mais tarde, em busca de um lugar no esquema das coisas. Minha fuga é o relato dessa transformação, desse caminho. A metamorfose da jovem burguesa parisiense, que sobreviveu aos horrores da guerra, aos racionamentos, a expectativa do casamento de contos de fada, em intelectual, feminista militante e, por fim, escritora consagrada.
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