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Seleta em prosa e verso
DRUMMOND DE ANDRADE, CARLOS; TELES, GILBERTO MENDO
JOSE OLYMPIO
74,90
Pré venda 06/04/2026
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Reunindo o melhor de Carlos Drummond de Andrade, a Seleta em prosa e verso do poeta mineiro, com ensaio e notas de Gilberto Mendonça Teles, retorna ao catálogo da Editora José Olympio com capa fac-símile da edição original de 1971.Reunindo poemas, contos e crônicas selecionados pelo próprio autor, esta Seleta em prosa e verso oferece uma leitura privilegiada da obra de Carlos Drummond de Andrade. Publicada originalmente pela Editora José Olympio em 1971, a antologia reúne os textos que o escritor considerava essenciais, permitindo ao leitor não apenas acessar sua produção, mas percorrê-la guiado pelas escolhas do próprio poeta mineiro. Ao contemplar tanto os versos que o consagraram quanto sua deliciosa prosa, o volume evidencia as múltiplas facetas de Drummond: o poeta de imaginação rigorosa, o cronista atento ao cotidiano, o observador sensível capaz de extrair beleza e inquietação dos gestos mais simples da vida. Publicada originalmente pela Editora José Olympio em 1971, esta Seleta em prosa e verso integrava a Coleção Brasil Moço, responsável pela formação literária de gerações de leitores. Nesta nova edição, além de manter o estudo crítico e revisar as notas do professor Gilberto Mendonça Teles, os textos de Carlos Drummond de Andrade passaram por nova fixação realizada pelo especialista Edimílson Caminha. O volume oferece, assim, um panorama consistente e qualificado da produção drummondiana, aliando leitura literária e contextualização crítica. Valiosa tanto para admiradores quanto para estudiosos, esta Seleta em prosa e verso reafirma o lugar de Carlos Drummond de Andrade como um dos pilares da literatura brasileira e como autor fundamental na formação de leitores ao longo de gerações. “Drummond é antes de mais nada um maker, um ‘inventor’” – Haroldo de Campos “Ledor e reledor de Drummond, sempre me maravilho com suas novidades, seus achados, e partilho o prazer que ele frui ao escrever e achar o que nunca foi achado em nossa linguagem” – Gilberto Amado
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