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Como Se Afigura
KOTTER EDITORIAL
59,00
Sem Encomenda
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Em como se afigura, André do Amaral parte da própria ideia de figura para pensar a poesia como invenção, imaginação e trabalho de linguagem. Seus poemas apresentam uma feição viva e dinâmica, incompleta e lúdica, lúcida e emotiva, em um exercício que molda palavras, versos e ideias, ao mesmo tempo em que brinca com sons, ritmos e sinais gráficos.Poesia e tradiçãoA obra estabelece uma conversa com outros poemas e poetas, retomando diferentes moldes para escutá-los, reformá-los e dizê-los novamente, mas de outro modo. A tradição aparece, assim, como matéria de uma conversação contínua, em que cada poema pode ser resquício de outros que permanecem na memória da literatura ou presságio daqueles que ainda virão.Invenção e imaginação;Diálogo com outros poemas e poetas;Sons, ritmos e linguagem.Um convite à leituraA poesia de como se afigura se completa também no encontro com o leitor. Os poemas se dilatam, se colorem e se desdobram a partir daquilo que cada leitor é capaz de perceber e imaginar. Em outro texto sobre a obra, Roberto Bezerra de Menezes destaca ainda a arqueologia de discursos e imagens realizada pelo poeta e seu convite a um convívio demorado com as palavras, suas formas e seus sons.—
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