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Paródia e Desinvenção da Profundidade
KOTTER EDITORIAL
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Paródia e desinvenção da profundidade é um protesto contra éticas que insistem em negligenciar os patentes ecos da contracultura e da pós-modernidade,salvaguardando modelos da psique baseados na profundidade obscura. Seitas do inconsciente empenhadas em ignorar as revoluções culturais que escapolem pelaslaterais, que costuram retalhos em contiguidade, que desviam para novas coordenadas, ou mesmo que têm o desvio como movimento preferencial. Há hoje um nomadismo quenão apenas resiste, mas vigora na superfície, que não mais se contenta com o mero movimento da progressão e da regressão, com a naturalização do adulto, com a supostaa inesquivabilidade da família. Cada vez mais é considerada a historicidade e o construtivismo político do desejo, logo, a sua autopoiese. Há muito mais a ser encontrado na superfície lisa do acontecimento, na epiderme das militâncias a céu aberto, na bricolagem intencional dos modelos de fábrica do que nas profundezas do sujeito privatizado. Há hoje incontáveis táticas de deslizamento: déficit de atenção aos comandos de “seguir em frente”, repetição como transe e preferência estética, perversão como colcha de retalhos e mosaico identitário.
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