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Shakespeare Obsceno? Linguagem Ousada E Palavrões Velados Em Vinte Obras De Shakespeare
ARTERA EDITORIAL
95,00
Pré venda 09/07/2026
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As obscenidades em Shakespeare pela primeira vez chamaram a atenção dos shakespearianos no início do século XIX, quando o médico e filólogo Thomas Bowdler publicou, em 1807, o Family Shakespeare, no qual ficavam expurgadas todas as passagens e palavras com conotação ousada e mesmo obscena. Essa publicação despertou a curiosidade de estudiosos de Shakespeare, que começaram a ler a obra do dramaturgo com olhos diferentes. Aos poucos, começaram a surgir publicações de glossários de termos ditos “obscenos” nos textos de Shakespeare, sendo Erik Partridge o pioneiro nesse tipo de publicação, com seu Bawdy Shakespeare, publicado em 1957. Seguindo o caminho iniciado por Partridge, Elvio Funck apresenta o seu Shakespeare obsceno?, uma amostragem que não pretende ser exaustiva de passagens em vinte obras do Bardo que contêm conotações ousadas ou obscenas, a fim de que a verdadeira semântica do texto shakespeariano seja melhor entendida pelo público leitor do famoso dramaturgo universal, cuja obra é repetidamente publicada há mais de quatro séculos.
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