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Outros Olhos De Mesopotâmia – Uma Nova Cosmovisão - Os Acádios
BRAZ, CARLOS
APPRIS EDITORA
98,00
Pré venda 04/03/2026
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Outros olhos Mesopotâmia – uma nova cosmovisão é uma obra seriada composta por seis volumes, na qual busco sintetizar e identificar, a partir da análise da cronologia do surgimento das diversas correntes de pensamento na sociedade, desde a Antiga Mesopotâmia, berço das civilizações, os mais proeminentes conceitos fundamentais corrompidos que regem, até hoje, tanto no Oriente quanto no Ocidente, a moral, os princípios éticos e os juízos de valor, que são os pilares do comportamento e da conduta dos seres humanos na vida cotidiana. O objetivo é orientar o leitor a vencer as limitações da ignorância e da inconsciência, primeiramente em si mesmo, buscando de forma consciente a correção de suas próprias falhas na convivência com o semelhante, os valores éticos de uma vida superior, tornando-se assim um redentor de si mesmo. Neste segundo volume, dediquei-me a um período da história em que a autoridade sociopolítica das cidades-Estado mesopotâmicas foi assumida por uma elite que tinha como base conceitual uma acepção meritocrática, a qual, considerando como legítima a hereditariedade dinástica do ponto de vista existencial, justificava um governo despótico, centralizado e teocrático, que restringia, inclusive, até anulava, as iniciativas individuais e a capacidade de realização dos indivíduos na base da pirâmide social. A ascensão de uma monarquia absolutista, militarizada e imperialista, configurada pelo célebre rei acádio Sargão, o Grande, que estabeleceu, pela primeira vez, um processo de aculturamento, copiado até os dias de hoje, o qual, mediante o uso de uma técnica de propaganda, leva o sistema de valores dos totalitarismos modernos a se converterem em uma doutrina dogmática de ambição, sentimentalismo, segregacionismo, agressividade, ódio e egoísmo nacionalista, que paralisa completamente todas as instituições de produção intelectual, artística e evolutiva, justamente aquelas que, por meio do exercício da cultura, permitiriam a formação independente de convicções profundas, advindas de conhecimentos, inspirados em critérios humanistas, capazes de conduzir os seres humanos a uma nova e superior concepção de vida, que pudesse instruir a todos sobre a forma de resguardar a própria integridade psicológica, moral e espiritual, e ainda, impulsionar os indivíduos para o aperfeiçoamento que eles mesmos aspiram internamente.
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